A
Rádio Globo nasceu em 2 de dezembro de 1944, inaugurada
pelo jornalista Roberto Marinho, com grande festa no centro
do Rio. Uma festival de espetáculos ao vivo, com artistas
famosos, foi nosso primeiro bom sinal. O primeiro sinal de
luz intensa de nossa estrela.
E nossa estrela brilhou e brilha no jornalismo. Em outubro de 1945, o
povo brasileiro acompanhou uma das despedidas de uma estrela da política
nacional, Getúlio Vargas, através do programa "O Globo
no Ar", que cobriu a queda do velho presidente. Na década de 60,
o famoso Repórter Esso passou a ser transmitido pela Rádio
Globo. Com o fim deste noticiário, em dezembro de 1968, a emissora
consolidou, em 1969, a marca "O Globo no Ar", que passou a ser o nome
deste noticiário de 5 minutos, que vai ao ar de hora em hora e é o
noticiário de maior tradição no rádio brasileiro.
Em todas as afiliadas da Rádio Globo Brasil, o noticiário é uma
marca registrada e de muito brilho do nosso jornalismo. Nossos repórteres,
por todo o país, participam ativamente dos demais programas, com
a agilidade da informação no rádio da era do transistor.
A Rádio Globo brilhou e continua brilhando na emoção
e na alegria. As estrelas do rádio-teatro e das novelas conquistaram
o coração de milhões de brasileiros. E com o programa "Rancho
Alegre", em 1946, os atores da Rádio Globo mexiam com a imaginação
dos ouvintes, provocando, até mesmo, comoções coletivas
com a força de suas interpretações. Hoje, os nossos
comunicadores e atores têm papel decisivo na interação
com o público.
Interpretam as cartas dos ouvintes e mostram os dramas da vida real.
Provamos que é possível fazer uma rádio com emoção,
sem apelar para a exploração sensacionalista dos problemas
de nossos ouvintes. A Globo é uma família que emociona.
A Globo brilhou e brilha na música. Na década de 50, com
o seu "Turbilhão", a Rádio Globo trazia para o nosso auditório
os grandes nomes da música, em apresentações ao
vivo. Com a mudança da linguagem do rádio nos anos 60,
a música passou a ter um papel ainda mais importante: a interação
permanente com o gosto do ouvinte. Começar as tardes com as músicas
do Rei Roberto Carlos, por exemplo, era um costume do ouvinte Globo nos
anos 70.
Atualmente, a Globo entrevista os maiores talentos de nossa música,
que podem responder ao vivo as perguntas de fãs de todo o país.
A Globo brilhou e segue brilhando nas polêmicas. Os "Debates Populares",
nossa mesa-redonda do final das manhãs, se tornou um costume diário,
já na década de 70. Da troca de idéias entre personalidades,
do início, o programa foi ganhando cada vez mais participação.
Em uma primeira fase, com a "Pesquisa do Dia", com o ouvinte votando
no ponto de vista com o qual se identificava. Depois a interação
foi se tornando maior e, além da pesquisa, o ouvinte brilha muito
mais, conversando ao vivo com os debatedores.
Brilha no sentimento e na
lembrança. As estrelas do passado também tinham
e ainda têm lugar na Rádio Globo. Na década
de 40, o programa "Recordações em Desfile" lembrava
as primeiras canções do cinema e as melodias
que fizeram sucesso no teatro. Hoje, o quadro "Reclames Inesquecíveis" faz
uma viagem no tempo para trazer os comerciais, as músicas
e os programas de rádio de todos os tempos.
Brilhou e dá brilho
ao esporte. Luiz Mendes, um de nossos comentaristas esportivos
de hoje, estava na equipe que inaugurou a Rádio Globo.
Começando como narrador,
Mendes sofreu com o Brasil, narrando a final da Copa de 50
- com vitória dos uruguaios no Maracanã. Mas
comemorou a exclusividade da emissora, única que transmitiu
para o nosso país a final da Copa da Suíça,
diretamente de Berna, entre Alemanha e Hungria. A programação
esportiva, uma das grandes estrelas da Rádio Globo,
fica na memória de todos, principalmente a partir
da década de 70, com Waldir Amaral, que já estava
na emissora, e Jorge Cury, que se juntou à equipe
no começo daquela década.A maioria dos radinhos
de pilha, colados ao ouvido, em dia de jogo, em casa ou no
Maracanã, segue sintonizada na Globo Rio, com o garotinho
José Carlos Araújo.As estrelas do jogo e da
transmissão brilham nos estádios. Artur Antunes
Coimbra, o Zico, conta que foi uma espécie de torcedor
do futuro da Globo. No início de sua carreira, no
juvenil do Flamengo, tinha o costume de visitar os estúdios
e ver os jogos na cabine da Rádio Globo no Maracanã.
A Rádio Globo brilha
na inovação. Mesmo depois da inauguração
da TV brasileira, nos anos 50, a estrela da Rádio
Globo continuou a brilhar, quando passou a investir, na década
de 60, na linha do comunicador amigo.
Uma emissora companheira,
com rádio serviço, entretenimento, qualidade
da informação e interatividade.
Se as estrelas do
passado continuam a brilhar na sua memória, as estrelas
de hoje iluminam as manhãs, tardes e noites de centenas
de milhares de brasileiros. São estrelas amigas,
companheiras, que transformaram o universo do rádio,
construindo a história de sucesso da Rádio
Globo. E você se tornou parte desta constelação.
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